Era uma benzedeira e muitos a procuravam para benzer as crianças de modo a cortar o medo de andar, bucho virado, quebranto e muitas moléstias que mesmo os médicos diziam que só benzendo se curariam.
Até o delegado de polícia a procurava quando alguém sumia na cidade, ou quando precisavam saber alguma coisa relativo a alguma investigação e não é que a mulher acertava.
Ninguém sabia o que era, mas na dúvida não ousavam desafiá-la, ela era sim muito respeitada por todos!
Havia feito tantos partos na cidade, que ela sabia o nome de cada um deles, assim se tornara madrinha de todos nascidos por suas mãos. Dai a origem do apelido “Madrinha”
Ela morava em uma casa simples, porém de uma organização e limpeza de invejar.
Na sala aconchegante, possuía um altar sobre a pequena lareira onde todos os dias falava com seus santos, fazia suas orações a Deus, Jesus e a Maria santíssima.
Ninguém sabia o que era, mas na dúvida não ousavam desafiá-la, ela era sim muito respeitada por todos!
Havia feito tantos partos na cidade, que ela sabia o nome de cada um deles, assim se tornara madrinha de todos nascidos por suas mãos. Dai a origem do apelido “Madrinha”
Ela morava em uma casa simples, porém de uma organização e limpeza de invejar.
Na sala aconchegante, possuía um altar sobre a pequena lareira onde todos os dias falava com seus santos, fazia suas orações a Deus, Jesus e a Maria santíssima.
Acendia uma vela feita de própolis e mel que deixava um perfume na casa e em seus arredores que não se podia explicar.
Afastada do centro da cidade, sua casa era cercada de árvores frutíferas, flores do campo, rosas, orquídeas e ervas.
O local sempre iluminado pelo sol fazia com que as pessoas que lá fossem não tivessem nenhuma pressa de ir embora de tão leve e gostosa a energia que havia naquele lugar.
Madrinha usava um lenço amarrado na cabeça, tinha postura ereta, fumava um cigarrinho de palha, mas seu rosto era belo.
Quando acabava seu serviço, sentava na varanda da casa e ficava ali, meditando, as vezes tinha uns insights sobre alguém, e já ficava esperando a visita. Outras já ficava com o saquinho de bala nas mãos para dar as crianças que vinham da escola e ao passarem por lá gritavam:
_Madrinha, tem bala?
E lá ia Madrinha com seu caminhar tranquilo e seu sorriso de encantar, levar as balas para a criançada!
Apesar de ninguém saber sua idade, não parecia ter a idade que todos imaginavam.
Era simpática, solidária, amiga de todos, mas também dava suas broncas e puxões de orelha quando alguém a procurava para alguma coisa que não fosse para o bem, ou quando aprontassem alguma.
...
Afastada do centro da cidade, sua casa era cercada de árvores frutíferas, flores do campo, rosas, orquídeas e ervas.
O local sempre iluminado pelo sol fazia com que as pessoas que lá fossem não tivessem nenhuma pressa de ir embora de tão leve e gostosa a energia que havia naquele lugar.
Madrinha usava um lenço amarrado na cabeça, tinha postura ereta, fumava um cigarrinho de palha, mas seu rosto era belo.
Quando acabava seu serviço, sentava na varanda da casa e ficava ali, meditando, as vezes tinha uns insights sobre alguém, e já ficava esperando a visita. Outras já ficava com o saquinho de bala nas mãos para dar as crianças que vinham da escola e ao passarem por lá gritavam:
_Madrinha, tem bala?
E lá ia Madrinha com seu caminhar tranquilo e seu sorriso de encantar, levar as balas para a criançada!
Apesar de ninguém saber sua idade, não parecia ter a idade que todos imaginavam.
Era simpática, solidária, amiga de todos, mas também dava suas broncas e puxões de orelha quando alguém a procurava para alguma coisa que não fosse para o bem, ou quando aprontassem alguma.
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